Rebelde

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Oi gente, Hallo! 🙂

Quem acha que conhece bem a si mesmo e aos seus desejos provavelmente está enganado. E quem acha que saber isso é suficiente, esse sim, está “redondamente” enganado.

Geralmente, sabemos muito pouco sobre nós mesmos e sobre os nossos desejos. Mas, suponhamos que “subimos um degrau na escada da evolução” e já nos conhecemos o suficiente para saber o que queremos de verdade. O que fazer com esse conhecimento?

Pois bem! É aí que começa o drama, pois, quem sabe o que quer, normalmente, não se contenta com o que não quer. Ser consciente da nossa situação é algo que nos diferencia dos demais animais. É um passo à frente que traduz bem o livre arbítrio: somos capazes de ser, saber quem somos, querer, escolher… e não só em situações de sobrevivência. Contudo, como já disseram muitos antes de mim: “É preciso saber viver”.

Hoje, eu terminei de assistir o documentário Darknet (tem na Netflix) e uma frase que ouvi ficou na minha cabeça:

“Todo rebelde tem que começar em algum lugar, seja levado por uma pergunta ou por uma crise”.

Considerando minha tendência a questionar os padrões, a não ter medo do novo, a querer ser e fazer diferente, sou claramente uma rebelde. E, nesse contexto, o começo da minha insurgência se deu quase como o dilema de quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha, já que minhas perguntas me levaram a uma crise (ato de separar, decisão, momento decisivo) e minha crise me trouxe tantas outras perguntas.

Esse momento de separação marcado pela crise – que eu explicaria como auge da atividade mental de alguém que se descobriu em um contexto e procura respostas olhando para trás (os porquês) e para frente (os “quandos” e “comos”) – é extremamente doloroso e cansativo. Há medo, há ansiedade, há ressentimentos. E não há como fugir disso. Contudo, como “tudo passa”, com calma e sabedoria é possível ressurgir melhor e mais forte.

Tentar um recomeço, abdicando de praticamente tudo que lhe é familiar, não é novidade. Milhões de pessoas mudam de cidade, estado, país, com os objetivos mais diversos… vão em busca de amor, dinheiro, qualidade de vida.

Eu saí do Brasil atrás de um sonho de infância, que provavelmente nasceu comigo, que é estudar na Europa e, consequentemente, trabalhar, viajar, viver. Essa decisão foi longamente quista, desejada, sonhada… mas, só se tornou realidade quando eu coloquei minha felicidade como objetivo de vida e vi que ela tinha nome, data e endereço!

QUESTIONÁRIO DA FELICIDADE

  • O quê? O quê você “quer da vida”. Qual a definição de uma vida feliz pra você?
  • Por quê? O que te motiva a querer esse “o quê”? Quais motivos te levam a querer esse caminho?
  • Onde? Em que lugar você gostaria de viver a sua felicidade?
  • Quando? Não acho que felicidade deva ser adiada, mas, se não der pra ser agora, estabeleça uma data-limite e foque nela. Lembre-se: é da sua felicidade que estamos falando… não adie!
  • Como? Aqui, os caminhos são muitos e diversos. No próximo post, vou começar a contar o meu “como”.

Até logo! 🙂

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